Caro Orlando
Para que possamos verificar a entrega de seus exemplares, por gentileza, forneça o nome da revista e o número das edições que você não recebeu. Se preferir, informe o assunto das capas.
Após a análise dessas informações, poderemos prorrogar o período de entrega de sua assinatura ou, se preferir, reenviaremos as edições.
Para agilizar o seu atendimento, ao nos contatar, informe o seu código de assinante: xxx.xxx.xxx.
Permanecemos à sua disposição.
* * *
Senhores:
não recebi as duas últimas edições da VEJA – a da semana passada, e a desta (já são 13 horas do domingo e nada dela ser entregue).
Como não as recebi, não sei qual o assunto da capa, muito menos o número da edição. Eu podia ir a uma banca ver, mas ia me sentir ainda mais idiota do que já estou me sentindo.
O que eu quero saber é:
1) por que as revistas não vêm?
2) quando começarão a vir de novo?
3) por que é tão difícil dar respostas claras a essas perguntas tão simples?
Orlando - Código de assinante: xxx.xxx.xxx

16 comments
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18 Outubro 2009 às 1:06 pm
Mandy
Estou tendo o mesmo problema com a entrega de várias revistas da Abril aqui em casa. É algo que realmente tira a gente do sério.
18 Outubro 2009 às 4:05 pm
Yan
Você colocou o assunto na pasta “Fatos sobrenaturais”. Realmente! Certa vez, cancelei minha assinatura da Istoé porque ela chegava em minha casa três dias depois de chegar na banca. Perguntei a eles porque e me disseram que era pelo “comodismo” de receber em casa.
Em outra ocasião, um fato realmente sobrenatural aconteceu: cansado de ser explorado por meu alter ego perdulário e pelo meu cartão de crédito, o despedacei aos prantos e aos gritos de uma comovida libertação.
No dia seguinte, pela manhã, quando fui trabalhar, vi, tenebrosamente, um novo cartão ser empurrado por baixo de minha porta.
O demônio nos observa!
19 Outubro 2009 às 7:07 am
Orlando
Tira do sério mesmo, Mandy: eu, homo cordialis à vera, já andei dando show telefônico com as pobres atendentes.
O demônio nos observa e age, Yan. Agora, essa do comodismo foi foda, hein?
19 Outubro 2009 às 8:15 am
Sérgio F. Mendes
Não imputo à “Veja” o tipo de observação que fazia antes, mas que continuam a ser cretinos, ah, isso sim. Ê, Civita e Marinho, os mortos que continuam a mandar no país mesmo mortos.
19 Outubro 2009 às 10:15 am
Érico
Amigo Orlandus, trata-se, em verdade, de mais um sinal da Providência para que você largue o terrível vício da imperativa publicação, notório panfleto editado pelo Partido Nacional da África do Sul.
Aliás, excelentíssimos os mp3s, não tinha várias daquelas coisas defunctas de séculos antanhos.
19 Outubro 2009 às 1:15 pm
Yan
Pois é, esse “comodismo” na voz dos funcionários me pareceu com um complô socialista, tipo 1984, algo como um “comunismo” em bocas espumantes!
19 Outubro 2009 às 7:20 pm
Orlando
Pelo visto, Érico, é isso mesmo, e a própria Abril impõe, imperativamente, que eu cancele a assinatura.
Bem cretinos, Sérgio, porque atiram os assinantes pela janela.
Mas a AquiloEra não era qüercista, Yan?
19 Outubro 2009 às 9:08 pm
Yan
Aquilo era ou não era? Explique-se melhor.
Comunistas e capitalistas, tanto faz. Quem se fode é sempre a malta.
20 Outubro 2009 às 11:32 am
júlia
entrei pra escrever o comentário que o érico escreveu, então vou contar um daqueles segredos que escandalizam as pessoas em público
?
ah que estou portuguesa demais pra dizer a piadinha que eu ia fazer…
mas é, eu concordo com o Érico
tou ficando mais velha e suspensosa,
é tarefa da sedução
hahahah
beijos.
20 Outubro 2009 às 1:03 pm
Sérgio F. Mendes
“AquiloEra”?! Ha, ha! deve ser da mesma editora da “Observe”, não? Ou daquela revistinha de fofocas televisivas, a “Connosco”.
20 Outubro 2009 às 3:39 pm
Caio Marinho
O Feed saiu ainda mais kafkiano. http://yfrog.com/10kafkaesquep
20 Outubro 2009 às 4:52 pm
Roger Prado
Ainda tenho algumas assinaturas de revista, mas jamais as renovarei, exceto se me oferecerem algum desconto entre 90% e 100%.
Não renovarei porque tenho algo contra as revistas (gosto muito da Veja e Época até que melhorou de um ano para cá – pelo menos agora tem mais texto que figura). Não renovarei porque tenho medo desse pessoal que trabalha em SAC.
Ontem cheguei em casa e havia uma correspondência da editora Globo com uma palavra URGENTE tão grande que não sei como o carteiro conseguiu colocar na caixa postal. O teor era mais ou menos “pedimos que o senhor entre em contato urgente, o mais breve possível, etc”. Minha primeira reação foi consultar o extrato do cartão de crédito, pois cartas assim, intimidadoras, só podem ser de cobrança. Mas a parcela estava lá, bonitinha, descontada no extrato. Fiz o favor de ligar para a Globo e passei por aquele corredor estreito cheio de giletes nas paredes que é o menu telefônico. No final, depois de muitas teclas, quando consegui falar com algo parecido com um ser humano, ouvi
- Senhor, pode me dizer o código do assinante?
- Não tenho aqui.
- E seu CPF?
- (pensei em dizer: vai bem, obrigado por perguntar) Acabei de digitar no teclado do telefone.
- Mas é que nós não temos acesso a ele aqui, senhor…
- (pensei: se não têm entao deve ser por alguma razão séria; se é, então por que eu deveria dá-lo a você?) dois, nove, etc.
- Agora preciso que o senhor confirme alguns dados.
- Peralá, minha senhora. Eu estou lhes fazendo um favor de ligar de volta. Não tenho obrigação de ligar para vocês, não estou devendo nada, vocês me dizem por carta que querem falar comigo e eu ligo esperando ouvir o que vocês querem me dizer e aí a senhora é que está querendo respostas? CLIC.
A burrice, parece óbvio, é a regra entre os humanos. Não parece haver dúvidas razoáveis quanto a isso. Mas ainda não consigo entender (talvez por ser um burro também) como uma empresa, qualquer empresa, cujas montagem e manutenção são tão difíceis, especialmente no Brasil, consegue justificar a manutenção de um departamente especializado em irritar seus clientes. O cara se esforça para criar um produto, uma marca, um nome. Investe dinheiro nisso. E aí, qual o passo seguinte? “Vamos criar um departamento para irritar nossos clientes”. Que lógica é essa?
20 Outubro 2009 às 5:07 pm
Roger Prado
Retificando: “Não renovarei não porque tenho algo contra as revistas”
20 Outubro 2009 às 5:38 pm
Patty Diphusa
Acho que o que dá mais raiva é ter um SAC dos infernos para as pessoas receberem….a Veja.
20 Outubro 2009 às 7:59 pm
Orlando
Aquilo era, meu caro Yan, porque deixou de sê-lo. É um ex-é.
Júlia e Patty: pelo visto, a unanimidade em torno da Veja é “deixe de vê-la”; ainda acabo me rendendo. Mas o que é “suspensosa”, ó Júlia que baila con tachos y calles y el mar?
Sim, Sérgio, que é a mesma da “Fuças”, da finada “Escore” e da cambaleante “Sestrosa”.
Já me aconteceu exatamente a mesma coisa, Roger Prado, com o malfadado Banco Santander: me pediram para ligar de volta e vieram querendo confirmar dados e não-sei-quê. Fiz o mesmo que você: respondi que eles me ligaram, deviam saber quem eu era, e tumba!, desliguei. Minha única e tênue vantagem, no caso da Abril, é que sou eu que os importuno.
20 Outubro 2009 às 10:06 pm
Yan
A AquiloEra nunca foi, Istoé, desisti de assinar porque não me dizia mais nada! Um saco, como o SAC!! Hei, é por isso que chama SAC, Roger!