Tenho ouvido dizer que Raúl é mais castro (presente do indicativo, primeira pessoa) do que o irmão coma andante (como o chama o Reinaldo Azevedo). Não sei. Parece que os cubanos, já altaneiramente socialistas, esperam uma impressionante melhoria: que doravante os discursos de inauguração das sorveterias populares acabem antes do estoque derreter.
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4 comments
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25 Fevereiro 2008 às 11:12 am
luis thomé
Gostaria muito de ver Cuba vivenciando plenas liberdades democráticas e um verdadeiro Estado de Direito.
Enquanto isso não acontece, continuarei um grande apreciador de “puros” e rum para um bom mojito….
27 Fevereiro 2008 às 10:57 am
tarsischwald
Acho o isolamento de Cuba lastimável. Por outro lado, uma ilha que se mantém em pé há 40 anos sem receber um sabonete sequer e tem uma medicina entre as melhores do mundo…
Alguma coisa há de se aprender com esses malucos.
E antes que algum paladino da liberdade venha falar besteira, não, eu não sou a favor do comunismo, e sim, eu acho que o capitalismo é uma passagem em um processo maior e não o final do processo de aprendizado político.
Abs!
T§
27 Fevereiro 2008 às 7:59 pm
Orlando
Bem, Társis, não sei se vinha sabonete, mas certamente a URSS mandava dólares – cinco bilhões ao ano entre 1959 e 1989. E os médicos esplêndidos que o regime formou… bem, uns dirigem táxis, outros cuidam do booking das não menos esplêndidas jineteras, e outros tantos desertaram. Eu acho que capitalismo é que nem pelo na orelha: feio, mas inevitável.
29 Fevereiro 2008 às 7:33 pm
Amanda
Vamos ver onde irá o “adelante”… O futuro de Cuba é meio que um mistério, o qual não procuro especular, por mais que tudo indique que as coisas continuarão bem ajeitadas no quartel. Ou não? Talvez isso é o que seja o mais interessante da questão.
Auf wiedersehen, Herr!