Só tenho opinião sobre aquilo que compreendo; quando não sei do que estão falando, nada tenho a dizer. A velhice, que ora se insinua, ora vai malcriadamente se espalhando, me rouba a paciência para com obscuridades, propositais ou não. Empulhadores franceses, a prosa de Hilda Hilst, bucetagem literária, semiótica, teoria literária cuja teorização é inescrutável me cansam, me dão vontade de ler ou de fazer outra coisa.
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3 comments
Comments feed for this article
13 Setembro 2006 às 12:10 pm
Renata
Mas querido,
“quem contrariar a lei do cosmos não vai pagar,
paga ao contrariar”, já dizia o velho Novo Baiano…
E definitivamente, tem coisas que não se aprende só com os livros.
16 Setembro 2006 às 4:31 pm
Orlando
Doce de coco da minha vida: velho não tem paciência para correr atrás do porco, matar, pelar e cozinhar. Velho espera a lingüiça semiológica, o presunto empulhativo francesóide, a salsicha hildahilstiana, a mortadela Zular, enfim, espera pelos embutidos que a juventude Sadia nos dará. No meio enquanto, resmunga.
30 Outubro 2006 às 7:52 pm
nicole
hahahahahahahahahahaha
that’s exactly, precisely why i love you so.