
Outro sonho de consumo genital: Justine Frischmann, a cantora principal dessa banda, Elastica. O som é punk rock comum, aggiornato (isso aí, creio, é do ano 2000). Aos interessados, recomendo o primeiro disco delas, “Elastica”, de 1995 e, nele, a música “Stutter”, sen-sa-cio-nal. Como sensacional é essa mulher, mesmo sendo meio parecida com o Dee Dee Ramone.
Glenn Gould. Uma das Goldberg Variations, não sei qual. Se eu não visse, não acreditaria.
Essa música se chama Cherry Pie, e é um belo exemplo de como um baixo pode levar uma canção. Que é do caráleo. Sade, pronunciado Chadê, vocês sabem, é o nome do colectivo, da banda; essa mulher maravilhosa, que eu fazia fácil fácil, se chama Helen Folasade Adu. Essa é do primeiro disco deles/dela, Diamond Life (o que tem “Smooth Operator”). O baixista da banda é um cara de quem gosto muito, Paul Denman (não sei se é ele nesse vídeo; parece ser outro sujeito). Discreto, certinho, poderoso. Ouçam “The Sweetest Taboo”: são só sete notas a música inteira, você mal percebe o baixo… e é um troço maravilhoso, sem o qual a coisa não anda. Mas vejam essa performance, vejam.
Eu tuíto, tu tuítas, eles todos tuítam. O mundo não será salvo nem nada de relevante será dito em 140 caracteres (o máximo em cada post), mas, caramba, é ainda mais fácil do que ter um blogue comum.
The Carpet Crawlers. O ano deve ser 77. O baterista é Bill Brufford, Phil Collins está inacreditavelmente (para os que só o conheceram ontem) barbudo e cabeludo, e reparem no jeitão de Serginho Dias do Mike Rutherford.
In the Cage. 1975. O som está bom, as imagens não. A cor do Peter Gabriel deve ser o que ele imaginava num morenão cucaracha. A cozinha Collins/Rutherford é muito subestimada; nesse disco, The Lamb Lies Down on Broadway, eles estão muito bem (o som do baixo é tremendo), e Steve Hackett não participou quase das composições: é um disco do trio com Gabriel.
Man on the Corner. Essa é muito querida minha. O ano aí é 80, acho que é a turnê do Abacab; em todo caso, é a mesma do Three Sides Live, o melhor ao vivo deles. O baterista, que não aparece, era Chester Thompson. Tio Felipe canta muito, gentê.
Nem eu acredito. Uma versão ao vivo que só por Deus e pelo Tu Tubas. O baterista é o Thompson ainda, o resto - esse naipe de negrões nos metais! - desconheço. Isso é um puta crássico na minha vida de quarentão; eu dancei isso, no further details, num casarão cheio de histórias na Rua Coimbra, Brás, idos de 1982. Irreparabile fugit.
…mas foi o que eu ouvi:
- You can’t put honor on a gamma ray.
- Tirem as aves dos pneus.
- Ele pôs cera nos ovinhos.



Blá, blá, blá